Programa Completo

POVOS INDÍGENAS ENTRE OLHARES

Curso de Extensão (13 encontros) – segundo semestre de 2018

Coordenação: Prof. Dr. André Roberto de A. Machado (Departamento de História – EFLCH / UNIFESP)

Cronograma das aulas:

 A- Por que e como estudar a temática indígena? 

Dia 04/08 – (1o Encontro) A presença e as ausências dos povos indígenas na historiografia brasileira:  Etnologia e História: as origens da separação e a necessidade da aproximação.  A presença dos índios na história do Brasil e a exclusão dos índios da sua narrativa. O Índio mítico do indianismo romântico e os índios históricos dos projetos civilizatórios. Os estereótipos construtores de inferioridade: o selvagem,  a criança, o incapaz. Os índios “sem história”. Da invisibilização à visibilidade: como os índios constroem sua própria história. Novas abordagens e novas fontes para o estudo da história indígena. Responsável: Cristina Pompa (antropóloga, professora do Departamento de Ciências Sociais da EFLCH – UNIFESP)

Dia 11/08 – (2º Encontro) Currículo e o debate sobre a lei 11.645/2008. O ensino de história e cultura indígena e suas implicações nas discussões sobre currículo escolar (teorias tradicionais, críticas e pós-críticas). A construção social da identidade e da diferença: discursos, narrativas e representações sobre os indígenas e os não-indígenas. Interculturalidade e hibridismo cultural no presente e no passado. Concepção de história: tempo, sujeitos e acontecimentos históricos. Cultura escolar e forma escolar e seus desdobramentos na educação escolar indígena. Responsável: Antonio Simplício de Almeida Neto (historiador, docente no Departamento de História da EFLCH – UNIFESP).

Dia 25/08 – (3o Encontro) O potencial reflexivo e criativo da diferença. Diversidade cultural e etnocentrismo. Identidade e alteridade. Modos ameríndios de conhecer, atuar e conceituar o mundo. Responsável: Valéria Macedo (antropóloga, docente no Departamento de Ciências Sociais da EFLCH – UNIFESP)

Dia 01/09 – (4º Encontro)  Oficina: Visita e atividades no Museu da Arqueologia e Etnologia da USP. A visita guiada ao Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo, MAE-USP, visa apresentar aos alunos do curso a diversidade de Cultura Material confeccionada por um grande número de grupos indígenas ao longo de 10.000 anos de ocupação do território brasileiro. O acervo, que é originário de antigas coleções e de pesquisas atuais de seus pesquisadores, será apresentado conjuntamente pela Profa. Cláudia R. Plens, da UNIFESP, e o grupo de educadores do MAE, com o intuito de mostrar possibilidade de interpretação e ensino sobre cultura indígena a parir da Cultura Material. O objetivo dessa visita é oferecer um repertório mais variado sobre a cultura indígena do passado e do presente e, ainda, que os professores se sintam instigados ao uso de coleções educativas oferecidas pelo MAE dentro de sala de aula. Responsável: Cláudia Plens e equipe

Dia 15/09 – (5º Encontro) Arqueologia na escola. Curso prático voltado para a discussão da Cultura Material indígena por meio de métodos da pesquisa arqueológica, tratados por diferentes abordagens metodológicas que usam conceitos de áreas interdisciplinares do ensino Fundamental, como Geografia, Matemática, Ciências, entre outras. Responsável: Cláudia Plens (Arqueóloga, docente no Departamento de História da EFLCH – UNIFESP)

B – Atualidade, atuação e presença indígena no mundo contemporâneo

Dia 22/09 – (6º Encontro) Políticas públicas de educação escolar e saúde para os povos indígenas. As políticas indigenistas de saúde e educação escolar serão abordadas tendo como pano de fundo o tempo histórico, as macropolíticas sociais e fazendo referência ao conceito de diferenciação cultural e suas expressões na legislação sobre Educação Escolar Indígena/MEC e ao SASISUS- Subsistema de Atenção à Saúde Indígena do SUS em contraponto com os movimentos de resistência cultural e política e ao protagonismo dos povos indígenas. Serão apresentados e problematizados exemplos advindos do trabalho de educação e saúde do Projeto Xingu, da EPM/Unifesp. Responsáveis: Maria Cristina Troncarelli e Lavínia Oliveira (educadora e enfermeira – especialistas em educação e saúde indígena no Projeto Xingu, Programa de Extensão vinculado ao Departamento de Saúde Preventiva da UNIFESP)

Dia 29/09 – (7o Encontro) Aspectos fundamentais do pensamento e da vida social dos povos ameríndios. Mitologia, fundamentos das concepções cosmológicas e das formas de pensamento. Símbolos e ritos: as formas de instituição da sociabilidade indígena. A oralidade: memória e as modalidades produção/reprodução cultural. Alguns fundamentos da organização social dos povos indígenas: família, parentesco e as formas de cooperação econômica. A troca como instituição social: comunicação, relações de gênero e circulação de bens. Responsável: Rodrigo Ribeiro (antropólogo, docente no Departamento de Ciências Sociais da EFLCH – UNIFESP)

Dia 06/10 – (8º Encontro) Formas expressivas/artísticas dos povos ameríndios. Introdução aos sistemas visuais de alguns povos ameríndios das terras baixas; centralidade da noção de corpo em suas formas expressivas; relações entre imagens, objetos e cosmologias; agência das imagens e dos artefatos; fenômenos decorrentes do contato com a sociedade nacional, como a musealização e a comercialização dessa produção artística. Responsável: Ilana Goldstein (antropóloga, docente no Departamento de História da Arte da EFLCH – UNIFESP)

Dia 20/10 – (9o Encontro) Oficina: Visita e atividades a uma terra indígena Guarani (a definir).  Experiências e conversas com moradores e professores guarani sobre temáticas desenvolvidas no curso, com ênfase na vida em uma aldeia na cidade de São Paulo, as relações com os não indígenas e como a escola pode contribuir para a melhoria dessas relações, ampliando o conhecimento e o respeito aos povos indígenas. Responsáveis: Valéria Macedo, Maria Cristina Troncarelli, Lavínia Oliveira e Equipe

c) Os índios na História

Dia 10/11 – (10o Encontro) Indígenas na América Hispânica. 1. Do presente ao passado: a atualidade indígena na América Latina e a desconstrução de perspectivas sobre a América Pré-Hispânica. 2. Abordagem introdutória de temas fundamentais para os estudos da questão indígena na América colonial: “conquista” e resistência, formas de inserção do indígena no projeto colonial espanhol e a temática dos índios de fronteira. Responsável: José Carlos Vilardaga (Historiador, professor do Departamento de História da EFLCH – UNIFESP)

Dia 24/11 – (11o Encontro) Indígenas na América portuguesa. As populações indígenas foram desde o princípio alvo da colonização. Seja através do discurso evangelizador, seja através da exploração de sua mão de obra, os ameríndios não deixaram de fazer parte dos cálculos dos europeus na América. Nessa aula será discutida a política indigenista colonial portuguesa dentro de seu caráter dual, prevendo a aliança e a guerra contra distintos grupos indígenas. Essa duplicidade de estratégias deve-se à realidade multifacetada dos povos indígenas e aos distintos modos de interação entre os agentes coloniais e os índios. Percorrendo essa linha de análise, será possível compreender o que significaram a decretação da liberdade indígena em 1570 e ao mesmo tempo a política de guerra justa, o projeto das aldeias controladas por padres e particulares, os descimentos, dentre outros mecanismos que visavam a dominação dos índios ao controle colonial. Responsável: Fernanda Sposito (historiadora, pós-doutoranda do Departamento de História da EFLCH – UNIFESP)

Dia 01/12 – (12o Encontro) Os indígenas durante a formação dos Estados nacionais na América. As “diversas formas de ser índio” na América Portuguesa e no Império do Brasil. O estabelecimento das primeiras Constituições em Portugal e na Espanha  e a sua repercussão na resistência indígena nas Américas. O debate sobre a condição de cidadão dos indígenas nos Estados constitucionais. Trabalho e terras indígenas: dois pontos de tensão no século XIX. Responsável: André Machado (historiador, professor do Depto de História da EFLCH – UNIFESP)

Dia 08/12 – (13o Encontro) Os índios no Brasil contemporâneo. Desenvolvimentismo, grandes obras e a expansão das frentes econômicas em áreas indígenas: violências, agressões e denúncias. A Constituição de 1988 e o novo marco legal na relação entre Estado e povos indígenas; a Convenção 169 da OIT. A emergência do movimento indígena organizado; pan-indigenismo e a luta pela demarcação. Etnogênese e “novos” povos, crescimento demográfico e os índios na cidade. Ameaças no século XXI; neodesenvolvimentismo e a revisão dos procedimentos demarcatórios. Responsável: Marcos Pereira Rufino (antropólogo, docente do Departamento de Ciências Sociais da Unifesp).

 

Bibliografia

1º Encontro

CARNEIRO DA CUNHA, Manuela “Introdução a uma história indígena”, in Id. (org) História dos Índios no Brasil, São Paulo, C.ia das Letras, 1992, pp. 9-24. Disponível em http://dc384.4shared.com/doc/4AufEu4-/preview.html

CALAVIA SÁEZ, Oscar “A terceira margem da história: estrutura e relato das sociedades Indígenas” RBCS, vol. 20, n. 57. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rbcsoc/v20n57/a03v2057.pdf

MONTEIRO, John M.:  “Redescobrindo os Índios da América Portuguesa”;  “Entre o etnocídio e a etnogênese:”.In   MONTEIRO, John. Tupis, tapuias e historiadores: estudos de história indígena e indigenismo. Campinas: Unicamp, 2001. Tese de livre docência. Disponível em http://www.bibliotecadigital.unicamp.br/document/?code=000343676

MONTEIRO, John Manuel. Unidade, diversidade e a invenção dos índios: entre Gabriel Soares de Sousa e Francisco Varnhagen . Revista de História, n. 149, p. 109-137, dez. 2003. Disponível em http://www.revistas.usp.br/revhistoria/article/view/18967

POMPA, Cristina. Os índios, entre a antropologia e a história: a obra de John Manuel Monteiro. BIB, São Paulo, nº 74, 2º semestre de 2012 (publicada em julho de 2014).

PORTELA, C. A.. “Por uma história mais antropológica: indígenas na contemporaneidade”. Sociedade e Cultura, v. 12, p. 151-160, 2009. Disponível em https://www.revistas.ufg.br/fchf/article/view/3170

2º Encontro

ALMEIDA NETO, Antonio S. Ensino de história indígena: currículo, identidade e diferença. In Patrimônio e Memória. Assis, SP: Unesp, vol. 10, nº 2, p. 218-234, julho-dezembro/2014.<http://pem.assis.unesp.br/index.php/pem/article/view/461/763> (acesso em 04/11/2014)

BITTENCOURT, C. M. F. ; O Ensino de História Nas Escolas Indígenas. Em Aberto, Brasília, v. 63, n.-X-, p. 105-117, 1994.

BITTENCOURT, Circe e LADEIRA, Maria Elisa. A História do Povo Terena. Brasília: MEC, 2000. Disponível em:<http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/me002034.pdf> (acesso em 25/03/2014)

SILVA, Giovani José da, Categorias de entendimento do passado entre os Kadiwéu: narrativas, memórias e ensino de história indígena. in Revista História Hoje, vol. 1, nº 2, 2012. Disponível em:http://rhhj.anpuh.org/ojs/index.php/RHHJ/article/view/41 (acesso em 25/03/2014)

SILVA, Tomaz Tadeu da. A produção social da identidade e da diferença. in SILVA, Tomaz Tadeu da (org.). Identidade e diferença: a perspectiva dos estudos culturais. Petrópolis, RJ: Vozes, 2012.

SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. Belo Horizonte: Autêntica, 1999.

3º Encontro

LÉVI-STRAUSS, Claude. “Raça e história”. In: Antropologia estrutural dois. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1993

MACEDO, Valéria. Viagens ao Pensamento Indígena. (mimeo), 2015.

VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. “No Brasil todo mundo é índio, exceto quem não é”. In: Sztutman, R. (org.). EncontrosEduardo Viveiros de Castro. Rio de Janeiro: Beco do Azougue, 2008

VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. “O mármore e a murta”. In: Sobre a inconstância da alma selvagem. São Paulo: Cosac Naify, 2002.

5º Encontro

FAUSTO, C. Os índios antes do Brasil. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2000.

GASPAR, M. Sambaqui: arqueologia do litoral brasileiro. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2000.

NEVES, E.G. Arqueologia da Amazônia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006.

NEVES, W.A. (org). Dossiê Antes de Cabral. Revista USP, 44. São Paulo: Universidade de São Paulo, 1999-2000.

PROUS, A. O Brasil antes dos Brasileiros. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006.

TENORIO, M.C. (org.). Pré-História da Terra Brasilis. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1999.

6º Encontro

GRUPIONI, Luís Donisete Benzi (org). Formação de professores indígenas: repensando trajetórias. Ministério da Educação, Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade, Brasília-DF, 2006.

LUCIANO BANIWA, Gersem dos Santos. O índio brasileiro: o que você precisa saber sobre os povos indígenas no Brasil de hoje.  Brasília, Ministério da Educação, p. 26-85, 2006.

OLIVEIRA, João Pacheco de, e FREIRA, Carlos Augusto da Rocha. A Presença Indígena na Formação do Brasil. Coleção educação para todos. Unesco/MEC, Brasília-DF, 2006. 4

PACHECO DE OLIVEIRA, João. Uma etnologia dos “índios misturados”? Situação colonial, territorialização e fluxos culturais. Mana, vol. 4, Rio de Janeiro, 1998.

PAGLIARO, Helena, AZEVEDO, Marta, e SANTOS, Ricardo Ventura.Demografia dos povos indígenas no Brasil: um panorama crítico. In: Demografia dos povos indígenas no Brasil. Rio de Janeiro, Editora Fiocruz, 2005.

TRONCARELLI, Maria Cristina – A formação do profissional como educador no contexto da saúde. Curso de Especialização em Saúde Indígena.  Projeto Xingu/Universidade Federal de São Paulo e Universidade Aberta do Brasil, 2013.

7º Encontro

ALBERT, Bruce; RAMOS, Alcida Rita (Orgs.). Pacificando o branco: cosmologias do contato norte-amazônico. São Paulo: UNESP; Imprensa Oficial do Estado, 2002

LÉVI-STRAUSS. O pensamento selvagem. 2ª ed. Tradução Tânia Pellegrini. Campinas: Papirus, 1997.

VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo Batalha. A inconstância da alma selvagem: e outros ensaios de antropologia. São Paulo: Cosac & Naify, 2002

8º Encontro

BARCELOS NETO, Aristóteles. O universo visual dos xamãs wauja (Alto Xingu). Journal de la Société des Américanistes, 2001, 87, pp. 137-160.

LAGROU, Els. Arte indígena no Brasil. Agência, alteridade e relação. Rio de Janeiro: C/Arte, 2009. (Capítulo 1: Arte ou artefato?)

VIDAL, Lux. A pintura corporal e a arte gráfica entre os Xikrin do Cateté. In. Grafismo indígena. Estudos de Antropologia Estética. São Paulo, Studio Nobel/ Edusp/ Fapesp, 1992, pp. 143-189.

10º Encontro

BERNAND, Carmen & GRUZINSKI, Serge. História do Novo Mundo. Volume 1.  São Paulo: Edusp, 1997.

BETHELL, Leslie (org.). História da América Latina: América Latina Colonial. Volume I. SP: Editora Universidade de São Paulo; Brasília, DF: Fundação Alexandre Gusmão, 1998.

BOCCARA, Guillaume. “Colonización, resistencia y etnogénesis en las fronteras de las Américas”, in BOCCARA, Guillaume (ed.). Colonización, Mestizaje y Resistencia en las Américas. Lima/Quito: Instituto Francés de Estudios Andinos/Ed. Abya Yala, 2002

León-portilla, Miguel. Códices: os antigos livros do Novo Mundo. Florianópolis: EDUFSC, 2012.

MILLONES, Luis.  Historia y poder en los Andes centrales (desde los orígenes ao siglo XVII). Madri: Alianza Editorial, 1987.

NEUMANN, Eduardo. Letra de Índios. Cultura escrita, comunicação e memória indígena nas reduções do Paraguai. São Bernardo do Campo: Nhanduti Editora, 2015.

SANTOS, Eduardo Natalino dos. “Fontes históricas nativas da Mesoamérica e Andes. Conjuntos e problemas de entendimento e interpretação.”. In: Clio Arqueológica. Recife: Programa de Pós-graduação em Arqueologia – Universidade Federal de Pernambuco, nº. 22, vol. I, pp. 7-49, 2007. Disponível em: http://www.fflch.usp.br/cema/artigos.html

11º Encontro

EISENBERG, José. As missões jesuíticas e o pensamento político moderno: encontros culturais, aventuras teóricas. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2000

MONTEIRO, John Manuel. Dos Campos de Piratininga ao Morro da Saudade: a presença indígena na história de São Paulo. In: PORTA, Paula (org.). História da cidade de São Paulo. A cidade colonial. São Paulo: Paz e Terra, 2004, vol. 1, p. 21-67

PUNTONI, Pedro. A Guerra dos Bárbaros. Povos indígenas e a colonização do sertão nordeste do Brasil (1650-1720). São Paulo: HUCITEC/EDUSP, 2002.

RAMINELLI, Ronald. Imagens da colonização. A representação do índio de Caminha a Vieira. São Paulo/Rio de Janeiro, Edusp/Fapesp/Jorge Zahar, 1996

12º Encontro

CUNHA, Manuela Carneiro da. História dos Índios no Brasil. São Paulo; Cia das letras, 1992.

KODAMA, Kaori. Os índios no Império do Brasil: etnografia do IHGB entre as décadas de 1840 e 1860. São Paulo: Edusp, 2009.

MACHADO, André Roberto de A. O Conselho Geral da Província do Pará e a definição da política indigenista no Império do Brasil (1829-31). Almanack, v. 10, p. 181-237, 2015.

PUNTONI, Pedro. O Sr. Varnhagen e o patriotismo caboclo: o indígena e o indianismo perante a historiografia brasileira. IN: JANCSÓ, István (org.) Brasil: formação do estado e da nação. São Paulo: Hucitec, 2003, p. 633-675.

SPOSITO, Fernanda. Nem cidadãos, nem brasileiros: indígenas na formação do Estado Nacional brasileiro e conflitos na província de São Paulo. São Paulo: Alameda, 2012.

13º Encontro

Araújo, Ana Valéria. “Terras Indígenas no Brasil: retrospectiva, avanços e desafios do processo de reconhecimento”. in Ricardo, Fany (org.). Terras Indígenas & Unidades de Conservação da Natureza — O desafio das sobreposições. São Paulo, Instituto Socioambiental, 2004.

CIMI (Conselho Indigenista Missionário). Relatório – Violência contra os povos indígenas no Brasil (dados de 2015). Brasília, CIMI, 2015.

Luciano – Baniwa, Gersem dos Santos, O índio brasileiro: O que você precisa saber sobre os povos indígenas no Brasil de hoje. Brasília, Ministério da Educação, 2006.

Pacheco de Oliveira, João. “Uma etnologia dos ‘índios misturados’? Situação colonial, territorialização e fluxos culturais”. Mana, número 4 (1), Rio de Janeiro, Museu Nacional. 1998.

Ricardo, Beto “Povos indígenas e ‘desenvolvimento sustentável’”. in Ricardo, Fany (org.). Terras Indígenas & Unidades de Conservação da Natureza — O desafio das sobreposições. São Paulo, Instituto Socioambiental, 2004.

Souto Maior, Ana Paula Caldeira. “Desafios indígenas no Congresso Nacional”. in Ricardo, Beto. Povos indígenas no Brasil 2006/2010. São Paulo, Instituto Socioambiental, 2010.

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