Avaliação

Atenção: Só serão emitidos certificados para os alunos com o mínimo de 75% de presença e aprovados no trabalho final. Para aqueles que não tiverem o mínimo de 75% de presença ou não tiverem realizado o trabalho final não serão emitidos certificados, nem mesmo de presença.

Instruções para o trabalho final

  • Para os profissionais que tem algum tipo de atuação com os povos indígenas, o trabalho final deve ser uma proposta de intervenção a partir dos debates realizados no curso. Para um profissional da área da saúde, por exemplo, caberia demonstrar como a bibliografia e os debates em sala de aula podem o ajudar a repensar o atendimento dessa população.

Outras instruções:

  1. Para os professores, há instruções específicas. Veja nesta página abaixo.
  2. O trabalho deve demonstrar a capacidade do aluno em articular uma situação específica (a sua atuação profissional), os debates em sala de aula e, sobretudo, a bibliografia indicada ao longo do curso. Este é um ponto importante: para o trabalho é imprescindível a utilização da bibliografia utilizada ao longo do curso e disponível no nosso site. Trabalhos que não utilizem essa bibliografia serão considerados insuficientes e, portanto, os alunos não receberão o certificado de conclusão.
  3. Utilize de 03 a 10 páginas (excetuando os anexos).
  4. Data da entrega: 19/02/2019
  5. Meio de entrega: através de email enviado para indigenasentreolhares@gmail.com
  6. Os trabalhos devem seguir, rigorosamente, as normas de elaboração de trabalho acadêmico constantes na biblioteca da UNIFESP no site:

http://www.unifesp.br/campus/gua/biblioteca/a-biblioteca/normalizacao-de-trabalhos-academicos

 

2- Instruções de trabalho final para os professores do Ensino Básico

  • Elaboração de sequência didática utilizando conteúdos e atividades referentes às histórias e culturas indígena, considerando aspectos e elementos da cultura escolar (texto de referência em anexo). A ideia é que o olhar sobre a cultura escolar amplie nossa percepção sobre a realidade escolar e seus diferentes sujeitos, possibilitando uma abordagem mais adequada a essa realidade.
  • Por cultura escolar, entendemos:

“conjunto de teorias, ideias princípios, normas, modelos, rituais, inércias, hábitos e práticas (formas de fazer e pensar, mentalidades e comportamentos) sedimentadas ao longo do tempo em forma de tradições, regularidades e regras de jogo não interditas e compartilhadas por seus atores, no seio das instituições educativas. Tradições, regularidades e regras do jogo que se transmitem de geração em geração e que proporcionam estratégias (…). A cultura escolar seria, em síntese, algo que permanece e dura; algo que as sucessivas reformas só arranham ao de leve, que a elas sobrevive, e que constitui um sedimento formado ao longo do tempo. Um sedimento configurado, isso sim, por capas mais mescladas do que sobrepostas que, em jeito arqueológico, é possível desenterrar e separar.” (VIÑAO FRAGO. 2007)

  • Entre seus elementos, estão:
  1. a) Atores (professores, pais, alunos, pessoal da administração e serviços): modos de seleção, carreira acadêmica, categorias, estatuto, associacionismo, composição social, idade, sexo, idéias, representações, grau de profissionalização.
  2. b) Discursos, linguagens, conceitos e modos de comunicação utilizados no mundo acadêmico e escolar.
  3. c) Aspectos organizativos e institucionais (práticas e rituais, classificação de alunos, divisão em disciplinas, hierarquias, classes/espaço/tempo, usos do espaço e tempo, critérios de avaliação, modos disciplinares, comunicação didática, organização formal e informal).
  4. d) Cultura material de escola, contexto físico material, espaços edificados e não edificados, mobiliário, material didático.
  • O trabalho deve conter:
  1. Escola, série, turno;
  2. Nº de aulas previsto;
  3. Problematização, inserindo discussões em torno dos aspectos observados na cultura escolar da instituição em que atua;
  4. Tema escolhido em função da problematização;
  5. Justificativa da escolha tema;
  6. Objetivos esperados com a atividade;
  7. Conteúdos e conceitos a serem abordados;
  8. Sequência didática com atividades desenvolvidas, materiais utilizados e avaliação (desenvolver detalhadamente e anexar os materiais a serem utilizados).
  9. Bibliografia (consultada para construção das sequências e atividades didáticas e reflexões teóricas).

Observações:

  1. Em se tratando de um trabalho acadêmico, sua argumentação deve ser devidamente referenciada na fundamentação teórica adequada (utilize a bibliografia proposta durante o curso. Trabalhos que não utilizarem essa bibliografia serão considerados insuficientes e, portanto, os alunos não receberão o certificado de conclusão.).
  2. Utilize de 05 a 10 páginas (excetuando os anexos).
  3. Data da entrega: 19/02/2019
  4. Meio de entrega: através de email enviado para indigenasentreolhares@gmail.com
  5. Os trabalhos devem seguir, rigorosamente, as normas de elaboração de trabalho acadêmico constantes na biblioteca da UNIFESP no site:
  6. http://www.unifesp.br/campus/gua/biblioteca/a-biblioteca/normalizacao-de-trabalhos-academicos

Para acessar o texto de Antonio Viñao Frago – Sistemas Educativos, culturas escolares e reformas, clique aqui.

3- Trabalho final para quem não atua na área

Para os alunos que não atuam profissionalmente com os povos indígenas, há duas possibilidade de trabalho final: uma monografia ou duas resenhas de livros:

a) Monografia: apesar do nome assustador para muitos, espera-se apenas um texto simples que aprofunde a discussão de um dos temas do curso ou de temas não tratados, mas correlatos.

Observações:

  1. O trabalho deve demonstrar a capacidade do aluno em articular os debates em sala de aula e, sobretudo, a bibliografia indicada ao longo do curso. Este é um ponto importante: para o trabalho é imprescindível a utilização da bibliografia utilizada ao longo do curso e disponível no nosso site. Trabalhos que não utilizem essa bibliografia serão considerados insuficientes e, portanto, os alunos não receberão o certificado de conclusão.
  2. Utilize de 03 a 10 páginas (excetuando os anexos).
  3. Data da entrega: 19/02/2019
  4. Meio de entrega: através de email enviado para indigenasentreolhares@gmail.com
  5. Os trabalhos devem seguir, rigorosamente, as normas de elaboração de trabalho acadêmico constantes na biblioteca da UNIFESP no site:

http://www.unifesp.br/campus/gua/biblioteca/a-biblioteca/normalizacao-de-trabalhos-academicos

b) Resenha: por resenha, entenda-se um comentário crítico de um livro.  O aluno que escolher essa modalidade de avaliação deve fazer duas resenhas de livros escolhidos a partir da lista abaixo. Como nos outros formatos de trabalho nos interessa verificar a capacidade do aluno em dialogar com a bibliografia e discussões do curso.

Outras instruções para as resenhas

  1. Utilize de 03 a 05 páginas (excetuando os anexos).
  2. Data da entrega: 19/02/2019
  3. Meio de entrega: através de email enviado para indigenasentreolhares@gmail.com
  4. Os trabalhos devem seguir, rigorosamente, as normas de elaboração de trabalho acadêmico constantes na biblioteca da UNIFESP no site:

http://www.unifesp.br/campus/gua/biblioteca/a-biblioteca/normalizacao-de-trabalhos-academicos

Lista de obras para resenha:

ALMEIDA, Maria Regina Celestino de. Metamorfoses indígenas: identidade e cultura nas aldeias coloniais do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2001.

ALMEIDA, Maria Regina Celestino de. Os índios na história do Brasil. Rio de Janeiro:FGV, 2010.

AMOROSO, Marta. Terra de índio. Imagens em aldeamentos do Império. São Paulo: Terceiro Nome, 2014

DAGLORIA, P.; NEVES, W.; HUBER, M. Lagoa Santa. A história das pesquisas arqueológicas e paleontológicas. São Paulo. Annablume, 2016.

DANAGA, Amanda Cristina; PEGGION, Edmundo Antonio. Povos indígenas em São Paulo: novos olhares. São Carlos: EDUFSCAR, 2016.

GARCIA, Elisa Frühauf. As diversas formas de ser índio. Rio de Janeiro: Prêmio Arquivo Nacional de Pesquisa, 2009

GRUPIONI, Luís Donisete Benzi (org). Formação de professores indígenas: repensando trajetórias. Ministério da Educação, Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade, Brasília-DF, 2006.

KODAMA, Kaori. Os índios no Império do Brasil: a etnografia do IHGB entre as décadas de 1840 e 1860. São Paulo / RJ: Edusp/Ed. Fiocruz, 2009.

KOPENAWA, Davi; ALBERT, Bruce. A queda do céu. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. Disponível no site do curso (Aula 4 – A)

LAGROU. Arte Indígena no Brasil: agência, alteridade e relação. Belo Horizonte, Ed. C/Arte, 2009.

LEÓN-PORTILLA, Miguel. Códices: os antigos livros do Novo Mundo. Florianópolis: EDUFSC, 2012.

MILLONES, Luis. Historia y poder en los Andes centrales (desde los orígenes ao siglo XVII). Madri: Alianza Editorial, 1987.

MONTEIRO, John Manuel. Os Negros da Terra: índios e bandeirantes nas origens de São Paulo. São Paulo, Cia das Letras, 1994. Disponível no site do curso (Aula 8 – B). Observação: ignorem as marcações no texto. Elas foram feitas por terceiros.

MONTEIRO, John. Tupis, tapuias e historiadores: estudos de história indígena e indigenismo. Campinas: Unicamp, 2001. Tese de livre docência. Disponível no site do curso (Aula 1 – A)

OLIVEIRA, Susane Rodrigues de. Por uma História do Possível: representações das mulheres incas nas crônicas e na historiografia. Jundiaí, Paco Editorial, 2012.

POMPA, Cristina. Religião como tradução. Missionários, Tupi e Tapuia no Brasil. Bauru/São Paulo: EDUSC/ANPOCS, 2003

RAMINELLI, Ronald. Imagens da Colonização: a representação do índio de Caminha a Vieira. São Paulo: Edusp / Fapesp / Jorge Zahar, 1996. Disponível no site do curso (Aula 8 – B)

SAMPAIO, Patrícia. Espelhos partidos: etnia, legislação e desigualdade na Colônia. Manaus: EDUA, 2012.

SANTOS, E. N. Tempo, espaço e passado. O calendário, a cosmografia e a cosmogonia nos códices e textos nahuas. São Paulo: Alameda Casa Editorial, 2009.

SANTOS, E.N.. Deuses do México Indígena. São Paulo: Palas Atenas, 2002

SPOSITO, Fernanda. Nem cidadãos, nem brasileiros: indígenas na formação do Estado nacional brasileiro e conflitos na província de São Paulo (1822-45). São Paulo: Alameda, 2012.

VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. “O mármore e a murta”. In: Sobre a inconstância da alma selvagem. São Paulo: Cosac Naify, 2002. Disponível no site do curso (Aula 2 – B)

Anúncios